Formas de gerar de boletos de mensalidades escolares

Compartilhe:

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Gerenciar uma instituição de ensino exige muitos controles e processos. Alguns deles exigem esforços diários e dedicação especial para garantir que tudo siga funcionando, para o bem dos estudantes e das próprias instituições. Uma dessas rotinas envolve os boletos bancários. Gerar boletos de mensalidades pode ser algo muito simples ou muito trabalhoso, dependendo da forma como a sua instituição utiliza a tecnologia a seu favor.

Vamos conhecer algumas formas de geração de boletos:

 

Em sistemas terceirizados e especializados em cobranças

Existem empresas que trabalham com processos de gerações de boletos e eles costumam trazer alguns benefícios para essa prática de geração de boletos e controle. O problema dessa prática é o custo operacional. Todo boleto gerado precisa ser vinculado a um banco, somente eles podem fazer toda a cadeia de registro para garantir que um boleto funcione corretamente. Por envolver mais empresas no caminho, a geração se torna mais cara.

Outro ponto é a forma de controle voltada para as instituições de ensino. A sua instituição precisa de soluções que conversem com seu sistema de gestão educacional onde estão as matrículas dos alunos. Isso vai gerar mais eficiência e dispensar seus funcionários de controles manuais.

 

Diretamente pela plataforma do banco

Os bancos disponibilizam sites (e em alguns casos, softwares) para gerar boletos e acompanhar os pagamentos. Ao criar um boleto por aqui, é necessário que a instituição faça um trabalho manual de inclusão dos dados da pessoa que deverá pagar o boleto, devem informar os valores gerados, vencimento e a quantidade de parcelas.

Em alguns casos, os bancos permitem que a criação seja feita em lotes, através da importação de dados por Excel ou similares, o que agiliza um pouco o processo de geração, mas não resolve por completo.

Por envolver um esforço manual, essa forma se torna morosa e complexa de operacionalizar, tanto para a inclusão de boletos, quanto posteriormente para o processo de baixa deles – afinal, a sua instituição não controlará as inadimplências e relatórios financeiros por aqui.

 

Gerar boletos por CNAB

CNAB significa Centro Nacional de Automação Bancária e é usado pelos bancos para determinar padrões de exportações de dados. São os populares arquivos de remessa e retorno bancário. Esses arquivos permitem que sistemas, sem integração em tempo real com os bancos, gerenciem a operação financeira e dados de boletos, e que a carga de registros no banco seja feita mediante a geração de arquivos de remessas. Já o retorno bancário é o banco devolvendo ao cliente as informações sobre quais boletos foram pagos ou não.

Essa forma é a mais popular entre as instituições de ensino que já trabalhem com boas práticas de gestão financeira e busquem uma dedicação por eficiência das suas equipes internas. Ainda que exijam uma dedicação diária de geração e importação desses arquivos, essa atividade é rápida e segura e otimiza muito o trabalho da instituição.

 

Operação por Web Service

Alguns bancos já colocam à disposição dos seus clientes, operações por Web Service. Essa operação nada mais é do que uma automatização do envio de dados de remessas da instituição para o banco, dispensando qualquer ação manual para essa transferência de informações.

Nem todos os bancos tem este serviço, e dos que tem, nem todos os clientes tem acesso. Ele costuma ser liberado para instituições com um alto desempenho financeiro ou com ótimo relacionamento com os bancos. Além deste serviço estar disponível para um grupo seleto de clientes, ele exige mais esforços técnicos e manutenção para que siga funcionando corretamente.

Essa prática não dispensa a instituição de fazer a baixa e o processamento dos retornos bancários.

 

Open Banking e API

Sempre que alguém fala de integrações entre sistemas distintos, envolve a necessidade de API’s. Essas rotinas técnicas devem ser feitas sempre por ambas as partes e sistemas envolvidos no tráfego de informações. Os bancos brasileiros não liberam este acesso, salvo em casos de negociações especiais com grandes empresas de e-commerce. A liberação de API’s bancárias não é uma realidade no Brasil – mas isso vai mudar.

No mercado europeu e americano, é popular um termo chamado de open banking, e essa prática está chegando no Brasil. Ela abre caminho para que softwares possam fazer integrações diretas com bancos, o que vai gerar muitos benefícios para as instituições de ensino. O Unimestre é o primeiro software de gestão educacional a trabalhar com esse modelo, simplificando e agilizando um processo tão vital, como gerar boletos, além de oferecer outras vantagens de serviços bancários para a área educacional.

 

As formas mencionadas nessa publicação são as mais conhecidas para este processo tão vital para as instituições de ensino. Se a sua instituição ainda faz isso de forma manual, corrija isso imediatamente e gere mais eficiência e segurança para a sua equipe financeira. Se a sua instituição opera a gestão financeira por Remessas e Retornos pelo padrão CNAB, então você já tem trabalhado igual a maior parte das instituições de ensino privadas do Brasil. Mas, já tenha em seu radar que os sistemas financeiros estão passando por uma revolução e modernização, e as instituições que aderirem ao modelo open banking serão pioneiras em gerar eficiência para si mesmas.

O que você achou disso?

Clique nas estrelas

Lamentamos que este post não tenha sido útil para você!

Vamos melhorar este post!

Diga-nos, como podemos melhorar este post?

Gostou? Receba conteúdos como este!

Newsletter quinzenal com conteúdos para simplificar o seu trabalho

Compartilhe:

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Explore outros conteúdos