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Unimestre e o Novo Ensino Médio: saiba como podemos te ajudar na adequação

unimestre e novo ensino medio

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A conclusão e o sucesso do ensino médio é um grande desafio para a educação brasileira e, visando a melhor preparação para jovens, o Novo Ensino Médio foi desenhado para a dinâmica social da atualidade, que é marcada pelos desenvolvimentos tecnológicos. Essa decisão veio baseada nos altos índices de estagnação do desempenho dos estudantes, além de altas taxas de abandono, reprovação e distorção idade-série.

De acordo com o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2020, apenas 65,1% dos brasileiros concluíram o Ensino Médio na idade esperada, que é até os 19 anos. Além da informação de que 12% dos brasileiros com idades entre 15 e 17 anos estão fora da escola.

Essa realidade já se apresenta há anos na educação brasileira e por isso o Novo Ensino Médio foi criado. As instituições de ensino devem estar preparadas para atender às necessidades de formação geral, que são indispensáveis para a formação cidadã dos jovens e à inserção no mercado de trabalho. Por isso, a escola precisa garantir aos alunos uma educação integral e auxílio em seus projetos de vida. Segundo a Base Nacional Comum Curricular – BNCC as escolas que proporcionam o ensino médio devem:

  • Viabilizar a atribuição de sentido às aprendizagens e desafios da realidade;
  • Garantir aos estudantes o protagonismo na sua aprendizagem;
  • Ajudar o estudante a desenvolver a capacidade de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação – essenciais para a sua vida pessoal, profissional, intelectual e política;
  • Valorizar o jovem e sua construção de identidade e projeto de vida;
  • Promover aprendizagem colaborativa, desenvolvendo a habilidade de trabalhar em equipe;
  • Estimular atitudes cooperativas para o enfrentamento na vida em comunidade, mundo do trabalho e conhecimentos em inovação.

Todas essas análises, percepções e conclusões sobre a educação do ensino médio levaram a reformas nas cargas horárias e novas divisões por áreas de conhecimento.

Mudanças nas cargas horárias

O novo ensino médio tira a centralidade das disciplinas e foca em conteúdos dentro de habilidades e competências, por meio de áreas do conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

A carga horária anual passa de 800 horas para 1.000 horas, adotando uma organização curricular conforme previsto na BNCC. Ao total dos 3 anos de ensino, o estudante passa a ter uma carga horária ampliada, passando de 2.400 horas para 3.000 horas. Desse período, 1.800 horas são dedicadas às aprendizagens comuns previstas pela BNCC e 1.200 horas aos itinerários formativos.

A adequação das cargas horárias será gradativa, pois o aumento resulta em um ensino integral, com provável adequação de mais horas diárias de aula.

 

Competências gerais da educação
Competências Gerais da Educação Básica – Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#medio

 

A BNCC ainda prevê que uma parte da aplicação dos itinerários formativos pode ser aplicada por ensino EAD, sendo até 20% da carga horária para ensinos diurnos e 30% para ensinos noturnos. A decisão sobre quais itinerários serão aplicados e a forma de disponibilização fica a critério da instituição de ensino, respeitando as cargas horárias e possibilidades apresentadas na BNCC.

O que são os itinerários formativos?

Os itinerários formativos são importantes e estratégicos para a flexibilização da organização do Novo Ensino Médio, pois geram a opção de escolha dos alunos, e podem ter foco em uma área do conhecimento, na formação técnica e profissional ou, também, na mobilização de competências e habilidades dentro de diferentes áreas. Os itinerários formativos entram na nova realidade do ensino com os seguintes objetivos:

  • Aprofundar e ampliar aprendizagens;
  • Consolidar a formação integral;
  • Promover valores universais;
  • Desenvolver habilidades nos estudantes.

A BNCC apresenta algumas possiblidades para a estruturação dos itinerários nas instituições, a seguir listamos alguns itens, mas recomendamos a consulta à BNCC para uma listagem mais completa:

  • Linguagens e suas tecnologias: aplicação de diferentes linguagens em contextos sociais, permitindo o estudo em línguas, línguas estrangeiras, clássicas, Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), linguagens digitais, produções literárias, entre outros;
  • Matemática e suas tecnologias: aplicação de diferentes conceitos matemáticos, estudos que permitam a resolução de problemas e análises complexas, funcionais e não-lineares, geometria, robótica, automação, programação, inteligência artificial, entre outros;
  • Ciências da natureza e suas tecnologias: estudos em astronomia, metrologia, física geral, molecular, ótica, acústica, química, análise de fenômenos físicos e químicos, microbiologia, ecologia, entre outros;
  • Ciências humanas e sociais aplicadas: essa área engloba estudos em relações sociais, modelos econômicos, processos políticos, historicidade do universo, entre outros;
  • Formação técnica e profissional: promove programas educacionais inovadores e que buscam a qualificação profissional dos estudantes, com o objetivo de trazer uma habilitação profissional, possibilitando as condições de competividade, produtividades e inovação.

Lembrando que a oferta desses itinerários deve considerar o contexto local e as possibilidades de oferta pelas instituições, ou seja, cada escola irá se adaptar e oferecer o itinerário que melhor se adequa à sua realidade.

Os itinerários devem ser ofertados dentro de processos cognitivos e de metodologias que visam o protagonismo do estudante. Por isso a BNCC apresenta alguns eixos estruturantes para que os itinerários se encaixem, são eles: investigação científica, processos criativos, mediação, intervenção e empreendedorismo.

O que é projeto de vida?

O projeto de vida tem como objetivo estimular o protagonismo do aluno e dar a oportunidade de decisão já no Ensino Médio, quando os estudantes poderão planejar e definir sua trajetória por meio de uma construção de identidade em contextos da sua cultura.

O projeto de vida torna-se obrigatório para o Ensino Médio, para que os alunos possam desenvolver habilidades como: compreensão, cooperação, conseguir defender suas ideias, dominar novas tecnologias, entender e analisar o seu mundo. É importante que haja professores à disposição para tirar dúvidas e apresentar possibilidades existentes.

Adequação das instituições e o Unimestre

Todas essas adequações exigem muitas mudanças na escola, desde a procura de novos profissionais para itinerários formativos até a alocação dos profissionais já contratados na instituição para estruturar o novo currículo, atuar na comunicação para os estudantes e acompanhar as demandas. Mas um ponto importante a ser considerado é como a nova proposta pedagógica irá se adequar no sistema de gestão educacional?

Bem, sabemos que cada instituição vai seguir uma linha de adequação que faz mais sentido para a sua realidade. E para os clientes do Unimestre as configurações no sistema, que englobam o cadastro de novas disciplinas, matrículas, acompanhamento, entre outros, não será um problema.

Isso porque o Unimestre conta com a possibilidade de flexibilidade nos cadastros de grades curriculares e, por consequência, a escola poderá cadastrar as áreas da formação geral básica e os itinerários formativos disponíveis. Essa flexibilidade já é pautada em clientes de instituições de ensino superior. É claro que é essencial que a escola converse com o Unimestre para trocar informações a respeito do seu plano pedagógico e, junto com a equipe, buscar a melhor solução de organização no sistema.

Para as instituições que não possuem um sistema de gestão educacional como o Unimestre, certamente essas possiblidades e autonomia que o sistema proporciona serão essenciais para a nova realidade da instituição. Ficou interessado em saber mais? Fale com um de nossos consultores.

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